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	<title>Pós graduação ORBITATO</title>
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	<description>Instituto de Estudos em Arquitetura, Moda e Design</description>
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		<title>[TURMA III] HISTÓRIA DAS IMAGENS &#8211; IDENTIDADE E LINGUAGEM COM CARLOS PERRONE</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[TURMA III]]></category>

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		<description><![CDATA[ARTE MODA Por Laura Pereira, estudante da turma III do curso de Pós-Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design do Orbitato. Dias antes do segundo encontro da nossa turma com o Professor Carlos Perrone recebemos alguns textos por email. Antes mesmo de terminar de imprimir todas as páginas já estava lendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: justify;">ARTE MODA</h1>
<h5 style="text-align: justify;">Por <a href="http://www.laurapereira.com.br/">Laura Pereira</a>, estudante da turma III do curso de Pós-Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design do Orbitato.</h5>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_436" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img class="size-full wp-image-436 " title="PERRONE" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/07/PERRONE.jpg" alt="" width="360" height="360" /><p class="wp-caption-text">Prof. Carlos Perrone propõe conexões entre arte, corpo, cinema, cor e moda.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Dias antes do segundo encontro da nossa turma com o Professor Carlos Perrone recebemos alguns textos por email. Antes mesmo de terminar de imprimir todas as páginas já estava lendo as que saíam da máquina. O assunto que pairava sobre a minha mesa, folha por folha, era História da Arte. A princípio, não achava conexão clara entre os temas, só a mesma paixão distribuída entre os expressionistas, os novos realistas (como Yves Klein e Niki de Saint Phalle) e Edward Hopper. Isto foi suficiente para me deixar curiosa com a aula que estava por vir.</p>
<p style="text-align: justify;">Egon Schielle foi o expressionista eleito para estudarmos o movimento e a relação da pintura feita de dentro para fora. Os expressionistas usavam os elementos formais em suas obras como queriam, como achavam que as coisas gostariam de ser retratadas, criando-se assim uma ausência da idealização formal. Uma das coisas que torna interessante para estudantes de moda observar na obra de Schielle é que o tecido é claramente usado como material de expressão para sua obra.</p>
<div id="attachment_435" class="wp-caption aligncenter" style="width: 191px"><img class="size-full wp-image-435  " title="IMG_1078" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/07/IMG_1078-e1279137319405.jpg" alt="Fonte: Arquivo pessoal Laura Pereira. Obra de Egon Schielle" width="181" height="242" /><p class="wp-caption-text">Fonte: Arquivo pessoal Laura Pereira. Obra de Egon Schielle</p></div>
<p style="text-align: justify;">Declaro que um ponto alto da aula, pra mim, foi quando o filme “Dreams”, do cineasta japonês Akira Kurosawa,  exibido. O vídeo mostra um homem entrando no universo do Van Gogh ao ver um quadro do pintor num museu.{<a href="http://www.youtube.com/watch?v=K8Pnjwu4a6k">http://www.youtube.com/watch?v=K8Pnjwu4a6k</a>}. Me impressionou ver este filme pois sempre que paro na frente de um quadro que me chama atenção por algum motivo, imagino como é entrar nele, viver naquele mundo e depois ainda sair manchada de tinta.</p>
<div id="attachment_432" class="wp-caption aligncenter" style="width: 332px"><img class="size-full wp-image-432   " title="IMG_0936" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/07/IMG_0936.jpg" alt="" width="322" height="242" /><p class="wp-caption-text">Fonte: Arquivo pessoal Laura Pereira. Obra de Van Gogh</p></div>
<p style="text-align: justify;">Esse “sonho” eu tive quando vi pela primeira vez ao vivo um quadro azul do Yves Klein. Incrivelmente, ele subverteu a lógica de tudo que se via como arte até então. Ele usava corpos ao invés de pincel; ele chamou um químico para criar seu próprio azul; ele passou a ser o autor da obra (e não necessariamente quem a executa); ele foi o percursor da BodyArt e Performances, formas de arte efêmeras de onde a moda se apropria de elementos e faz desfiles, por exemplo. Inevitavelmente, todo desfile é uma performance uma vez que lida com conteúdo e informação.  Vimos tudo isso acontecer hoje e muitas vezes não fazemos idéia de onde e como essas coisas surgem.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_438" class="wp-caption aligncenter" style="width: 432px"><img class="size-full wp-image-438  " title="klein" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/07/klein.jpg" alt="" width="422" height="158" /><p class="wp-caption-text">Fonte: Arquivo pessoal Laura Pereira. Obra monocromática de Yves Klein.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Vimos também como Edward Hopper foi o pintor dos momentos passageiros e velados, dos segundos no cotidiano onde a cama está por fazer; um cotidiano simples e banal, que se faz presente na vida de todas as pessoas. Nessa onda, ele abriu uma porta pela a qual os artistas pop passaram com tudo. Eles retrataram o cotidiano mais banal e o levaram para os museus.</p>
<div id="attachment_428" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><img class="size-full wp-image-428 " title="vendo-como-fica" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/07/vendo-como-fica.jpg" alt="" width="280" height="210" /><p class="wp-caption-text">Fonte: Arquivo pessoal Laura Pereira. Obra de Andy Warhol.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em Hopper, o corpo representado é frio e silencioso, quando os objetos e tecidos são quentes; onde, de novo, temos material para ver com os olhos da moda e comportamento. Cineastas como Woddy Allen e Alfred Hitchcock beberam da obra de Hopper e criaram clássicos do cinema. Hopper é um pintor da metrópole; ele retrata um não-diálogo entre as pessoas e nos coloca no incansável exercício de ver.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi latente perceber a importância de estudar a Arte desse prisma para se trabalhar criando moda com um repertório projetual que não vem só da vivência pessoal, mas sim do olhar além da imagem ao seu contexto e história.</p>
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		<title>[TURMA II] AULA DE ESTAMPARIA COM CELAINE REFOSCO</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[TURMA II]]></category>

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		<description><![CDATA[Experimentar! Essa era a ordem do dia na aula que tivemos com Celaine Refosco, sobre estamparia. Aprender a utilizar recursos que muitas vezes parecem simples, mas que usados de formas diferentes trazem resultados interessantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-420" title="blog2_cantos-quadrados" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/07/blog2_cantos-quadrados.jpg" alt="blog2_cantos-quadrados" width="400" height="300" /></p>
<h5>Por Patrícia Higino de Moura Gomes, estudante da turma II de Pós-Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design do Orbitato. Designer da Altenburg Têxtil.</h5>
<p>Experimentar! Essa era a ordem do dia na aula que tivemos com Celaine Refosco, sobre estamparia. Aprender a utilizar recursos que muitas vezes parecem simples, mas que usados de formas diferentes trazem resultados interessantes.</p>
<p>Essa aula serviu para que muitos de nós pudesse pôr em prática o conhecimento do trabalho, porém sem as limitações da indústria.</p>
<p>Descobrir também, que algumas técnicas específicas de estamparia podem potencializar a beleza dos tecidos, e que isso faz diferença em uma coleção. Como a técnica do <em>devorê </em>que pode enriquecer o aproximando de um tecido <em>jacquard</em> ou até mesmo de um bordado.</p>
<p>Observamos que alguns estilistas começam uma coleção pelo tecido escolhido e pela modelagem e que outros moldam sua coleção pela estampa que vão utilizar.</p>
<p>O que talvez pareça a última coisa a ser pensada, é na verdade o que dará personalidade a coleção.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-421" title="DSC03855_pequena" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/07/DSC03855_pequena.jpg" alt="DSC03855_pequena" width="400" height="300" /></p>
<p>Em visita à Lancaster, Celaine nos mostrou como é importante para quem cria a estampa conhecer os processos de gravação e estamparia, pois tudo pode interferir no resultado final e as possibilidades de criações são muitas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[POS III] FUNDAMENTOS DA CRIAÇÃO COM ANDRES PARALLADAS.</title>
		<link>http://www.orbitato.com.br/pos/2010/06/pos-iii-fundamentos-da-criacao-com-andres-parallada/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 20:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[TURMA III]]></category>

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		<description><![CDATA[  Iluminando o lado escuro da criatividade. Por Andres Parallada – designer industrial, professor da disciplina Fundamentos da Criação de Produtos, aqui da pós Orbitato. Sempre é uma agradável surpresa entrar em contato com uma nova geração de estudantes de Pós-Graduação da Orbitato, e nesta oportunidade, a terceira geração, não foi uma exceção. Se pensamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-410" title="Foto andreas" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/06/Foto-andreas.jpg" alt="Foto andreas" width="400" height="300" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Iluminando o lado escuro da criatividade.</strong></p>
<address><em>Por Andres Parallada – designer industrial, professor da disciplina Fundamentos da Criação de Produtos, aqui da pós Orbitato.</em></address>
<p style="text-align: justify;">Sempre é uma agradável surpresa entrar em contato com uma nova geração de estudantes de Pós-Graduação da Orbitato, e nesta oportunidade, a terceira geração, não foi uma exceção. Se pensamos no título do curso &#8220;Fundamentos da Criação&#8221; instantaneamente perceberemos que o tema é amplo, e motivo de controvérsias ainda não resolvidas. Apesar do conteúdo do curso se limitar à área específica de moda e design, não devemos esquecer que os métodos criativos foram amplamente estudados em outras áreas da criação humana como a ciência e a arte.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou aproveitar esse post no blog para apresentar algumas idéias discutidas no curso do dia 28 e 29 de maio. Alguns dos conceitos que mostrarei aqui não foram mencionados desta forma na aula, mas possuem uma forte relação com a perspectiva do curso: os fundamentos da criação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem intenção de criar uma visão simplificada da situação atual, chega a parecer que nos encontramos em um ponto no qual a ciência tem como base um método criativo altamente sistematizado, um discurso analítico racional com pouco espaço para improvisação, a intuição. Já na visão popular, o método criativo da arte se apóia principalmente na visão pessoal do artista, a inspiração e conceitos similares. Sabemos que existem várias formas de abordar um problema, uma delas seria tratar de identificar as diferenças entre o método criativo da ciência e o método criativo da arte. Um ponto de vista complementar, e devo confessar que o considero mais interessante, seria enfatizar aos elementos comuns para ambos sistemas criativos. Um bom exemplo disso é o livro &#8220;Creativity: Flow and the Psychology of Discovery and Invention&#8221; del psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi (1997, 4ª edição) .</p>
<p style="text-align: justify;">Uma possível interpretação do texto de Csikszentmihalyi consiste em afirmar que se deixamos de lado por um instante os preconceitos sociais dominantes poderíamos compreender como ambos fenômenos criativos, científicos e artísticos possuem mais elementos comuns que o que estamos acostumados a acreditar frequentemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando identificamos a origem da nossa civilização ocidental no Renascimento ou na Grécia clássica, os conceitos de arte e ciência adquiriram uma dimensão que pode-se considerar que sufocam praticamente qualquer outra forma de criatividade. Foram constituídos sob modelo paradigmáticos da criação humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Então não será este o momento de refletir sobre isso? Não existirão outros métodos ou processos criativos igualmente valiosos para a sociedade contemporânea? Até agora, praticamente não me referi ao design, então pensemos um pouco no nosso tema de estudo. Nós professores gostamos de enrolar antes de começar a tocar no ponto mais importante, uma espécie de before play intelectual.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, é possível identificar um espaço para refletir sobre o processo criativo e seus fundamentos vinculados à moda e ao design? E lhes conto um segredo, que fique entre nós. Existe um mecanismo na nossa sociedade, quando não sabemos como explicar algo terminamos comparando com outra coisa que achamos que conhecemos. Mas quando não conhecemos esse elemento de referência tão bem como nós achamos, este mecanismo de paralelismo não termina sendo tão útil quanto parece. O mecanismo de estabelecer comparações para explicar novidades é um recurso totalmente válido, provavelmente um dos mais antigos e importantes, mas o que acontece quando a comparação está baseada em algo que acreditamos conhecer, que quando rasgamos a superfície nos damos conta que pouco ou nada sabemos sobre o elemento de referência. O fenômeno novo por explicar-se seria o método criativo da moda e design, já o fenômeno conhecido, e que serviria como referência seria o campo da ciência e arte.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes quando queremos explicar o método criativo do design o comparamos com o método criativo da ciência ou da arte. Por este motivo mencionei o Renascimento e a Grécia Clássica, porque foram momentos importantes onde foi definido o nosso conceito de ciência e arte. Mas desde esta época muita coisa rolou.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, não acredito que muitas pessoas saibam realmente o que quer dizer arte ou quais são as principais preocupações da ciência. Mas sim realmente sabemos o que foi a arte para Rafael ou para os pintores impressionistas, ou o que foi a ciência para Newton ou para os engenheiros por trás da Revolução Industrial. Mas qual é o processo criativo atual da ciência e da arte é um assunto que sinto que não está presente no homem comum, aquele que encontramos na rua. Então qual o sentido ao comparar o método criativo do design com o método criativo da ciência ou arte?<br />
Algumas vezes, afirmamos que o trabalho criativo de Jum Nakao é mais &#8220;artístico&#8221; que os de outros designers, mas a qual estilo de arte nos estaremos referindo? Talvez seu trabalho tenha uma influência das artes performáticas da década de 60, mas o resultado final da sua obra está claramente envolvida pelos sistema da moda e design. No outro extremo poderíamos qualificar o método criativo da equipe de designers mike and maaike, principalmente no seu projeto do automóvel sem motorista, observado em aula, como com maior influência científica, sendo que tal proposta se baseia em sistemas desenvolvidos principalmente pela ciência aplicada, ou seja, a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa hipótese consiste em sugerir que lentamente precisamos usar estas dicotomias: &#8220;design artístico&#8221; ou &#8220;design científico&#8221;. Não seria necessário recorrer a este tipo de expressão para descrever ao design como um fenômeno criativo com valor próprio. De forma sintética, proponho não utilizar as expressões &#8220;artístico&#8221; ou &#8220;científico&#8221; como adjetivos do processo criativo do design. A moda e o design deveriam ter seus próprios princípios, seus próprios processos. A maior parte do trabalho de design é praticamente pesquisa, mas diversos preconceitos sociais fazem este trabalho ser visto como apenas uma prática profissional. Não é necessário que a esta etapa de investigação classifiquemos como de &#8220;científica&#8221; ou &#8220;artística&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de alguns projetos de Jum ou de mike and maaike serem percebidos como pouco comuns ao compara-los com a prática de outros designers, acreditamos que a expressão artística ou científica não favorece a hierarquizar o processo criativo do estilista brasileiro, nem às propostas futuristas da equipe norte americana. Inclusive estas qualificações poderiam chegar a se transformar em expressões pejorativas pois lembram algumas formas arcaicas que ainda são utilizadas na sociedade como por exemplo: um &#8220;cabelereiro artístico&#8221;, um &#8220;astrólogo científico&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos esquecer que existe outro modelo criativo atualmente, este seria o &#8220;modelo de negócios&#8221;, aquele que se utiliza em uma empresa para gerar novos produtos, frequentemente associado ao marketing, e naturalmente ao design. Talvez certos aspectos do design tenham pontos de contato ou se confundam com o &#8220;modelo de negócios&#8221;. Neste caso foi gerada a expressão &#8220;designer empreendedor&#8221;, como uma forma hierarquizar a profissão, ou como uma forma de mostrar à comunidade que o design não é apenas uma atividade experimental distanciada do mundo empresarial, mas que também tem a capacidade de interagir com o mundo real dos negócios, o sistema hegemônico de sobrevivência atual.</p>
<p style="text-align: justify;">É impossível negar a relação do design com a arte, ciência ou com o mundo dos negócios, mas um aspecto importante para que a moda e o design sejam valorizados desde o ponto de vista cultural e social é que lentamente comecem a desenvolver seus próprios princípios, fundamentos, metodologias e ferramentas criativas. O tema central deste primeiro encontro do curso foi o &#8220;Modelo triádico do design&#8221;, e como bem foi observado por uma das participantes do workshop, está baseado nos escritos do filósofo norte americano Charles Sanders Peirce, as categorias de primeirisimo, secundismo e terceirismo. Para o Modelo triádico as três categorias fundamentais: (i) o domínio qualitativo, (ii) o domínio material, e (iii) o domínio da adequação. O ponto principal para este modelo é identificar a qual categoria pertencem as diferentes decisões que vão se tomando nas sucessivas etapas do processo criativo, e reflexionar sobre como se interagem. Para finalmente avaliar a interação destes três domínios no resultado final do processo de desenho. Talvez tudo isto pareça muito elaborado tendo em consideração que muitas das celebridades do design costumam descrever seu trabalho como um processo de quinze minutos, enquanto realizam rascunhos durante uma viagem em avião, ou esperam o pedido do jantar em um restaurante. Esta seria então uma visão mais esteriotipada do designer que a sua atividade diária.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vestidos de papel de Jum Nakao, tal como foram analisados na sala de aula, me refiro a já clássica &#8220;Costura do invisível&#8221;, despertam nossa surpresa ao usar um material e a sua configuração tridimensional que evoca a vestimenta feminina do século XIX, a interação entre o domínio material e o domínio da adequação. Neste caso o domínio da adequação se refere ao tipicamente esperado em um desfile de moda. Apesar do vestido de papel não ser o esperado e com isso a sua capacidade de provocar surpresa, é sim esperado que o modista apresente uma idéia inovadora, e por isso consideramos que esta escolha termina sendo adequada ao objetivo final proposto. Mas também, o material, o papel vegetal, permite um desfecho que se o comparamos com o desfecho que permitiria um tecido convencional, a diferencia é importante, e até difícil de conquistar. O que é mais importante, a mensagem polissêmica que geram as modelos destruindo seus vestidos no final do desfile, ou o minucioso trabalho técnico com o qual foram confeccionados os vestidos? Não devemos deixar de levar em conta que a mensagem final da coleção é deliberadamente ambígua, esta coleção comemora a moda, ou propõe um ponto de vista crítico? Nesta coleção, a ambigüidade no domínio da adequação aparece de diversas maneiras, tanto no desenvolvimento do desfile, quando o formato relativamente tradicional para um desfile de moda se transforma em um formato de protesto de rua. Mas a ambigüidade, ou adversidade também se manifesta no contraste entre os capacetes de Playmobil que utilizam as modelos, uma imagem praticamente assexuada e com ar futurista, por outro lado com os vestidos ultra femininos e históricos. O contraste entre os acessórios de moda para cabeça e a indumentária em si tem uma enorme tradição na história da moda.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, seria um equívoco pensar que a inovação desta coleção termina aqui. Os comentários anteriores podem ser mais ou menos acertados, podem variar conforme o público que os realize. Mas existe outro aspecto fundamental na criatividade que denominamos &#8220;domínio qualitativo&#8221;. A que me refiro usando esta expressão? Bem, por mais que Jum tenha decidido tomar como ponto de partida o vestuário feminino do século XIX, e que tenha decidido pelo papel como material para realização dos vestidos, ainda há muito trabalho por ser definido antes de chegar ao resultado final.</p>
<p style="text-align: justify;">O domínio qualitativo se refere a uma série de características visuais e sensoriais de todo objeto de design e que são, em grande medida, independentes da escolha do material e seu processo técnico (o domínio material), e também são independentes da adequação do objeto ao seu destino final (o domínio da adequação).</p>
<p style="text-align: justify;">Quem decide que a gama de cores será preto e branco? O material determina isto? Ou é determinada pela inspiração na vestimenta feminina do século XIX? Acreditamos que nenhum destes dois fatores anteriores determina previamente os aspectos qualitativos desta coleção. Os vazados geométricos, o jogo entre cheios e vazios, a harmonia entre superfícies, linhas e pontos, o uso de linhas, algumas vezes retas, outras curvas, infinitos detalhes relacionados com o aspecto visual e sensorial dos vestidos levam a um processo de comunicação pelo qual finalmente decodificamos o objeto final como inovador. Unicamente combinando materiais não tradicionais e ideias de referências no gênero design. Esta ideia tão simples é muitas vezes mal interpretada. Para completar o ciclo do design e da moda necessito três e não dois elementos. Necessito os materiais, necessito que minhas ideias tenham interesse dentro de um determinado setor do público, e também necessito uma espécie de solvente visual ou sensorial que me permita combinar com sucesso ideias e materiais. Quem melhor explicou a linguagem visual, este aspecto qualititativo dos objetos, foram os professores da Bauhaus através de seus livros: Itten, Kandinsky, Klee, Moholy-Nagy, Albers, e recentemente a professora Rowena Reed, no livro &#8220;Elements of Design: Rowena Reed Kostellow and the Structure of Visual Relationships&#8221;, compilado por Gail Greet Hannah (2002), onde são resumidas mais de três décadas de exercícios práticos durante a época de Reed como docente no Pratt Institute de Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente contamos com a tendência de pensar que a fonte de inspiração nos dará a chave para solucionar os aspectos qualitativos, ou relacionados com a linguagem visual e um objeto. Mas isto não é assim. Ao contrário, o resultado final da coleção se parece mais a uma reconstrução de época, ou ao figurino de uma obra de teatro ambientada no século XIX, e apesar de que teria seu valor, estaria fora do âmbito de design.</p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente, quando se fala sobre o processo criativo se foca no intuitivo, na inspiração, e isto é totalmente certo, preciso de uma ideia crua, um click que me permita começar a trabalhar. Necessito de voz própria, tenho que contar com algo para dizer, comunicar ao mundo, isto forma parte dos fundamentos do processo criativo. Sem voz interior não há criação possível. Mas através deste click, que conecta, ocorre um extenso processo. Usar a metáfora de que um click iluminaria um forno, um lugar que é escuro, onde não posso ver exatamente o que realmente está sendo processado. Este seria o misterioso processo criativo, constituído por uma série de etapas aparentemente escuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditem ou não, mas a reflexão sobre essas &#8220;etapas escuras&#8221; do processo criativo, que na verdade não são nada escuras, é o fundamento teórico por trás de um título tão simples como &#8220;Fundamentos da Criação&#8221;.</p>
<address style="text-align: justify;">* Andrés Parallada, graduado em Designer Industrial pelo Centro de Desenho Industrial – Uruguai e especialista na mesma área pelo Neumeister Design, em Munich, Alemanha. Trabalha atualmente como designer independente, com atuação em diversas áreas do Design, tem dez anos de experiência como docente, tanto de nível técnico como universitário dirige a escola de design Médio Montevideo. Entre suas atividades percorreu e visitou diversas escolas internacionais de Design como, Institute of Design, Illinois Institute of Technology, Chicago, Illinois EE.UU.,1996; Fachhochscule Darmstadt, University of Applied Sciences, Darmstadt Alemania, 1998; Royal Collage of Art, Londres, Reino Unido, 1998; École Boulle, París, Francia, 1998. É professor convidado do Curso de Pós Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design do Orbitato.</address>
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		<title>[TURMA II E III] REPERTÓRIO DE CRIAÇÃO COM SANDRA HARABAGI</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:45:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[TURMA III]]></category>

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		<description><![CDATA[Um desejo de quê? por Monike Caroline Mueller Bacharel em Moda, Estilista, integrante da turma III do curso de pós graduação aqui do Orbitato. Imagens, muitas delas&#8230;  inspirações, criadores, criaturas. Duas turmas unidas para absorver o que fosse possível de uma profissional qualificada, dona de uma vasta experiência, de um ser humano instigante, de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/sandra-cópia.jpg"></a></p>
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<div><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/sandra-cópia.jpg"></a></div>
<p></a><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/sandra-cópia.jpg"></p>
<div id="attachment_401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-401" title="Sandra" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/sandra-cópia.jpg" alt="Sandra Harabagi aborda as questões relacionadas a assinatura na criação." width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Sandra Harabagi aborda as questões relacionadas a assinatura na criação.</p></div>
<h2>Um desejo de quê?</h2>
<h5>por Monike Caroline Mueller</h5>
<h6>Bacharel em Moda, Estilista, integrante da turma III do curso de pós graduação aqui do Orbitato.</h6>
<p style="text-align: justify;">Imagens, muitas delas&#8230;  inspirações, criadores, criaturas. Duas turmas unidas para absorver o que fosse possível de uma profissional qualificada, dona de uma vasta experiência, de um ser humano instigante, de uma pessoa de memória invejável .</p>
<p style="text-align: justify;">Uma aula em que aprendi a enxergar&#8230; será mesmo?! Será que temos a capacidade de, depois de certa idade e de conhecer as “maldades” do mundo, voltar a enxergar com a mesma inocência de uma criança?! Será que algum dos profissionais presentes nesta aula conseguirá criar o novo de forma inocente, sem medo?!</p>
<p style="text-align: justify;">E foi seguindo esta linha de pensamento que tivemos que colocar no papel, o primeiro pensamento que viesse a nossa cabeça ao sermos questionados: “Se eu te desse um pirulito? Como ele seria? Que cor teria?&#8230;” Depois de um difícil começo, cheio de pudor, iniciaram-se os relatos dos mais corajosos e aos poucos a inocência tomou conta e um por um, fomos contando nossas histórias, relembrando a infância, poesia, desenho. Horas mágicas em que aprendemos que ali, naquele momento, o errado não existia.</p>
<p style="text-align: justify;">Repertório de Criação, uma aula que prometeu e cumpriu, desde o início, aguçar a observação. Com seus mais de 300 slides, a professora Sandra Harabagi, nos deu o que pensar. Imagens curiosas, perguntas sem respostas, tudo ecoando ao mesmo tempo em uma aula que nos seduziu, do início ao fim!</p>
<p></a></h2>
]]></content:encoded>
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		<title>[TURMA III] PLANEJAMENTO INDIVIDUAL DE CRIAÇÃO COM CELAINE REFOSCO</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 15:34:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[TURMA III]]></category>

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		<description><![CDATA[A Integrante da Turma III, Mayná Quintana, divide sua experiência dentro da disciplina Planejamento Individual de Criação. "Uma aula para se conhecer e reconhecer o outro. A princípio a idéia era simples: que cada um levasse para aula algo que fez, faz, ou que faria se pudesse. Simples, mas nem tão simples"...

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_399" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/POSIII-MAINÁ.jpg"><img class="size-full wp-image-399" title="POSIII-MAINÁ" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/POSIII-MAINÁ.jpg" alt="Momentos de apresentação durante a aula Planejamento Individual" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Momentos de apresentação durante a aula Planejamento Individual</p></div>
<p style="text-align: center;">Reconhecimento</p>
<h6 style="text-align: center;">Por Mayná Quintana – bacharel em Moda pela Udesc, integrante da Turma III do curso de pós graduação. <a href="http://www.flickr.com/photos/maynaquintana/">http://www.flickr.com/photos/maynaquintana/</a></h6>
<p style="text-align: justify;">Uma aula para se conhecer e reconhecer o outro. A princípio a idéia era simples: que cada um levasse para aula algo que fez, faz, ou que faria se pudesse. Simples, mas nem tão simples.</p>
<p style="text-align: justify;">A professora Celaine Refosco começou a aula nos apresentados algumas imagens bastante impactantes esteticamente: fotos da tribo do rio Omo, com suas pinturas corporais, cores e ornamentações; as vestimentas experimentais de Lucy &amp; Bart, que utilizam o corpo como suporte para diversas criações estruturais; e, por fim, um de seus próprios trabalhos, desenvolvido a partir da percepção tátil de algo bem comum, simples, um ovo.  As imagens mostradas ali apresentavam caminhos bastante diferentes entre si, quase sem relação num sentido estrutural, mas que mantinham uma origem muito semelhante: a criação a partir de algo dado, algo que se encontrava à volta e foi transformado, como resultado de uma experimentação incansável e, como não dizer, de uma experiência.</p>
<p style="text-align: justify;"> Isso bateu em mim como uma impressão muito forte. E se desdobrou em algumas reflexões e pensamentos soltos. À medida que cada um ia descrevendo seu trabalho, mostrando suas imagens, a minha percepção sobre o mundo profissional do qual  fazemos parte – este da produção de imagens e objetos para consumo volátil, mas que também não deixa de ser o da produção simbólica – foi de certa maneira transformada.  De um bloco rígido cheio de articulações pré-definidas – que tem me deixado um tanto insegura ultimamente – acabou se mostrando em uma esponja porosa, penetrável, capaz de ser transformada por forças particulares em espaço compartilhado. E que pôde ser percebido naquela sala, entrando no mundo das pessoas que se apresentaram.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir disso foi possível pensar que a experiência é talvez a conseqüência mais rica da experimentação, da busca. É o sentido propriamente dito. E que quando levada à exaustão, ao esgotamento das tentativas, acaba se transformando, fazendo existir um novo dado, que pode vir a ser o próprio objeto da experiência. Isto, é claro, só é possível acontecer quando existe uma troca, um reconhecimento. A aula não foi diferente disso, saímos de lá esgotados, e preenchidos, com a sensação de que ainda existe algo a ser feito com o que está à volta.</p>
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		<title>[TURMA III] PLANEJAMENTO INDIVIDUAL DE CRIAÇÃO COM CELAINE REFOSCO.</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:22:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[TURMA III]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;De realização se trata a vida, penso.&#8221; CORAÇÃO MOTRIZ * Por Celaine Refosco. O QUE ME MOVE? O QUE NOS MOVE? O coração é a representação da vida, ele próprio. Guardado por isso e por vital que é, envolto em camadas sucessivas de peles, gorduras e músculos, encerrado na gaiola formada pela caixa torácica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_389" class="wp-caption aligncenter" style="width: 378px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/coracoralina.jpg"><img class="size-full wp-image-389" title="coracoralina" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/05/coracoralina.jpg" alt="&quot;De realização se trata a vida, penso.&quot;" width="368" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">&#8220;De realização se trata a vida, penso.&#8221;</dd>
</dl>
<p>CORAÇÃO MOTRIZ</p></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;"><em>* Por Celaine Refosco.</em></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<p style="text-align: left;">O QUE ME MOVE? O QUE NOS MOVE?</p>
<p style="text-align: justify;">O coração é a representação da vida, ele próprio. Guardado por isso e por vital que é, envolto em camadas sucessivas de peles, gorduras e músculos, encerrado na gaiola formada pela caixa torácica e pela coluna vertebral. Vizinho encostado da sístole e diástole do pulmão, movimento rítmico e constante como o pulsar do mar. O coração relaciona o interno com o externo, alimentado pela relação vital, interior exterior, executada pelos pulmões, já esses, dois.</p>
<p style="text-align: justify;">Identificar o coração motriz, significa identificar o precioso núcleo que movimenta nossa vontade na vida.  E a partir daí, de forma consciente, colaborar e atuar para que seja assertiva essa vontade. Colaborar porque no coletivo somos parte, embora individualmente sejamos divididos em partes, que nos formam um todo. Localizá-lo, no entanto, pode ser a tarefa para a vida toda, mas é empreendimento fundamental. Consciência. É preciso expressar, continuamente, como se a qualquer momento fosse nos aparecer a fada poderosa e tivéssemos de saber que pedido realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, saber o que nos move, possibilita que andemos em direção ao nosso desejo construindo a felicidade, carência individual e coletiva de nossos dias, talvez de todos. De realização se trata a vida, penso.</p>
</div>
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		<title>[TURMA II] REVISÕES CRÍTICAS DA MODERNIDADE COM SUSANA SAULQUIN</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 13:18:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[TURMA II]]></category>

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		<description><![CDATA[Moda e Design na complexidade. * Por Vinicius Schane.      Já comentamos aqui, em algum momento, que os professores do nosso curso de pós são surpreendentes, somos fãs de todos eles. Na transição da primeira para a segunda turma do curso de pós-graduação conseguimos manter o mesmo quadro de professores, com exceção da professora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;">Moda e Design na complexidade.</span></p>
<p><em><span style="color: #888888;">* Por Vinicius Schane.</span></em></p>
<p> </p>
<div id="attachment_380" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/suzana-novo.jpg"><img class="size-full wp-image-380" title="suzana novo" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/suzana-novo.jpg" alt="Planejar e criar em um mundo complexo." width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Revisões Críticas da Modernidade.</p></div>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/suzana-novo.jpg"></a></span> Já comentamos aqui, em algum momento, que os professores do nosso curso de pós são surpreendentes, somos fãs de todos eles. Na transição da primeira para a segunda turma do curso de pós-graduação conseguimos manter o mesmo quadro de professores, com exceção da professora Vera Hanna, que acabou não conseguindo conciliar os compromissos de sua carreira com sua vinda ao curso em Pomerode. A princípio ficamos bastante preocupados, pois é realmente difícil achar nossos pares, pessoas dispostas a contribuir de maneira enriquecedora e consistente, e que compartilhem com o trabalho que fazemos aqui.<br />
Tivemos um desejo: lembramos um nome incrível para a Disciplina Revisões Críticas da Modernidade, a socióloga argentina Susana Saulquin, que conhecíamos através de suas publicações. E ainda por cima tinhamos pouco tempo, arriscamos um convite rápido, preparados para não dar certo. Susana prontamente topou vir para Pomerode e, em poucos dias aqui estava.<br />
Suzana Saulquin tem um importante trabalho na pesquisa das tendências sociais. Em sua trajetória profissional como professora, pesquisadora e consultora, consegue visualizar a moda e o design dentro das indicações que lê na vida do dia a dia pelo mundo afora. Observando, acaba detectando caminhos possíveis para a vida, podendo impactar em condição de criar, planejar, realizar coisas e serviços no complexo mundo em que nos encontramos. E foi isso que ela nos mostrou como faz e explicou suas teorias sociais para os próximos anos.<br />
No encontro com Susana Saulquin ficou muito mais clara a relação estreita entre a construção do sistema de aparências, e as necessidades das sociedades em diferentes períodos históricos. Através destes conhecimentos percorremos a fase de transição entre a sociedade industrial da cultura de massa e a sociedade complexa, sugerida pelo sociólogo Edgar Morin. Que segundo Susana: “corresponde a entender o novo imaginário social que está surgindo.”.<br />
Se entendemos bem, encontrar-nos agora desta forma, com simplicidade e conforto emocional, é uma das tendências, ou pelo menos uma das possibilidades/necessidades do mundo, agora. Susana Saulquin, rapidamente nos fez compreender que nossos outros pares continuam aí, e que sempre que alguém precisar ir, outro estará vindo, que continuaremos encontrando pessoas dispostas a contribuir com seus estudos da vida inteira para que outros possam melhor compreender.<br />
<strong>Obrigado Susana!</strong></p>
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		<title>[TURMA III] HISTÓRIA DA IMAGEM: IDENTIDADE E LINGUAGEM COM CARLOS PERRONE</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 16:42:32 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[TURMA III]]></category>

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		<description><![CDATA[Idéias chacoalhadas *Por Jeruza Teixeira Formada em Comunicação Social – aluna do curso de Pós Graduação em Desenvolvimento de   Produtos para Moda e Design aqui do Orbitato, comenta sua impressão sobre a primeira aula.  Inspiração e criatividade, duas palavras que sempre me vêem a cabeça quando se fala no Instituto Orbitato, desde meu primeiro contato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/perrone_novo.jpg"><strong><img class="size-full wp-image-361" title="perrone_novo" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/perrone_novo.jpg" alt="Início das aulas da III turma da Pós." width="400" height="300" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Início das aulas da III turma da Pós.</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Idéias chacoalhadas</strong></p>
<p><em>*Por Jeruza Teixeira</em></p>
<h6 style="TEXT-ALIGN: justify"><span style="color: #888888;">Formada em Comunicação Social – aluna do curso de Pós Graduação em Desenvolvimento de   Produtos para Moda e Design aqui do Orbitato, comenta sua impressão sobre a primeira aula.</span></h6>
<p><span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000000;">Inspiração e criatividade, duas palavras que sempre me vêem a cabeça quando se fala no Instituto Orbitato, desde meu primeiro contato com esse lugar incrível. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> A nova turma do curso de pós-graduação é composta de pessoas interessantes, todas com algo diferente a compartilhar e agregar, aos poucos, a simpatia foi se criando. Também, impossível não se dar bem e se sentir a vontade diante de uma mesa tão apetitosa a cada inicio, intervalo ou término das aulas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Poder participar dessa pós-graduação me gerou vários tipos de emoções: alegria, euforia, ansiedade, medo, angústia e realização, sentimentos estes que fui tentando controlar para me concentrar e me dedicar nesse primeiro dia de aula, e que de nada me adiantou, já que o início da aula já serviu para chacoalhar minha mente e deixar minha cabeça e meus sentimentos ainda mais confusos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A imagem não é; Tudo é signo; Nada é o que é; Tudo depende do contexto de tempo, histórico e geográfico; Quaisquer duas cores podem criar uma relação instigante… MEU DEUS!! Pirei, não entendi nada, enlouqueci, ou melhor, pensei: esse professor sim, é que é louco!!! Eis que o professor Carlos Perrone, com um humor irônico e delicioso vai clareando minha mente como quem limpa um vidro de uma janela de forma simples, apenas com água e sabão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ele não só deixa claro os ícones, índices, símbolos, metáforas, metonímias e sinédoques como me transporta para décadas passadas numa viagem de pura cor, abrindo minha mente, aguçando o meu olhar para algo novo, me permitindo ousar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E foi assim que saí desta primeira aula, me sentindo mais ousada, questionadora, curiosa. Dois dias que me pareceram ser duas semanas, tamanho foi o meu aprendizado. Sigo aguardando o que mais vem por aqui….</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>[TURMA II] PLANEJAMENTO INDIVIDUAL DE CRIAÇÃO COM CELAINE REFOSCO</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 15:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[TURMA II]]></category>

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		<description><![CDATA[Ouvir é uma delicadeza tão grande! * Por Celaine Refosco. Uma aula de ouvir. Onde os participantes expõem suas vontades e dúvidas, relacionados com o trabalho a ser feito no contexto do curso. Uma aula de organizar o pensamento, alinhar as intenções, verificar possibilidades, descobrir fornecedores, parceiros e consultores. Parece bobagem, mas não é. Mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/Montagem-Celaine_novo3.jpg"><img class="size-full wp-image-353" title="Montagem Celaine_novo" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/Montagem-Celaine_novo3.jpg" alt="Montagem Celaine_novo" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;O simples fato de expor, tem capacidade de melhorar o exposto.&quot;</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ouvir é uma delicadeza tão grande!</strong></p>
<p>*<em> Por Celaine Refosco.</em></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">Uma aula de ouvir. Onde os participantes expõem suas vontades e dúvidas, relacionados com o trabalho a ser feito no contexto do curso. Uma aula de organizar o pensamento, alinhar as intenções, verificar possibilidades, descobrir fornecedores, parceiros e consultores.</div>
<p style="text-align: justify;">Parece bobagem, mas não é. Mais uma das coisas gostosas boas da vida que a correria nos tira: conversar. E conversar tem uma parte delicada demais, que não é falar, mas ser ouvido. Ouvir é uma delicadeza que temos desaprendido muito ultimamente, e de cujos benefícios nem todos lembram, ou conhecem.</p>
<p style="text-align: justify;"> As idéias vão sendo recebidas e polidas, a medida que cada aluno que expõem se esmera por fazê-las compreensíveis, e que cada interlocutor se esforça por compreendê-las. A atenção de tantos pode fortalecer a idéia exposta. Pode melhorar, aprimorar (claro, pode acabar com ela, roubar ou morder, mas esse não é o caso, por isso estamos em casa) (Aprender a confiar, em quem e como é bem importante!). O simples fato de expor, tem capacidade de melhorar o exposto.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho a ser feito no caso, é o exercício a cada um se propõem como forma de materialização de sua estada neste curso. Dito de outra forma, é o próprio exercício da transformação, acontecendo. Por isso é tão lindo observar as pessoas conversando, crescendo, transformando-se. Porque é justamente o processo de ser melhor de se transformar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aula Inaugural da Pós Turma III.</title>
		<link>http://www.orbitato.com.br/pos/2010/04/330/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 19:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[TURMA III]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pós &#8211; Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design, do Orbitato já reuniu duas turmas, e agora nos preparamos para iniciar a TURMAIII. Com a implantação deste curso descobrimos que o mundo está mais disposto a ser criativo e organizado do que imaginávamos. As pessoas estão mais interessadas em estudar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-334 aligncenter" title="aula inaugural" src="http://www.orbitato.com.br/pos/wp-content/uploads/2010/04/aula-inaugural.jpg" alt="aula inaugural" width="400" height="300" />A Pós &#8211; Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design, do Orbitato já reuniu duas turmas, e agora nos preparamos para iniciar a TURMAIII. Com a implantação deste curso descobrimos que o mundo está mais disposto a ser criativo e organizado do que imaginávamos. As pessoas estão mais interessadas em estudar soluções para seus problemas e também para os problemas coletivos. Estão sensibilizadas para encontrar na observação do bem comum, soluções para as questões individuais.</p>
<p style="text-align: justify;">E com este impulso recebemos no dia 26/3 os integrantes da nova turma do curso de pós &#8211; graduação, para sua aula inaugural. Este momento particular serviu para apresentarmos o Orbitato e a Unerj, instituição parceira. Serviu também para colocarmos os novos ORBITANTES em contato com outros projetos e parcerias que envolvem o curso de pós &#8211; graduação. Nesta ocasião, além de conhecer o funcionamento do curso e os princípios que norteiam o trabalho do Orbitato, a noite contou com as falas de Silvia Casagrande Schroeder, formanda da primeira turma do curso de Pós &#8211; Graduação Orbitato, que socializou sua experiência do estágio que realizou em São Paulo , na Ferri Couros, fábrica de calçados do prof. Luis Fernando Campanella e Rafael Locks, gerente de marketing da empresa Altemburg,  que contou sobre a relação empresa/escola que realiza com o Orbitato na criação de estampas para sua linha de cama Vida &amp; Cor.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante é saber que esta terceira edição se dá de forma quase espontânea, a partir do sucesso das edições anteriores, que atribuímos à qualidade do trabalho pedagógico, ao excelente nível dos docentes e, sobretudo ao fato do programa ser absolutamente coerente, integrado e conseqüente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda dá tempo de entrar nesta!</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 283px; left: -10000px;"><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1593833729 1073750107 16 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]> <mce:style><!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;}  > <! [endif] ></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;" mce_style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" mce_style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A Pós &#8211; Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design, do Orbitato já reuniu duas turmas, e agora nos preparamos para iniciar a TURMAIII. Com a implantação deste curso descobrimos que o mundo está mais disposto a ser criativo e organizado do que imaginávamos. As pessoas estão mais interessadas em estudar soluções para seus problemas e também para os problemas coletivos. Estão sensibilizadas para encontrar na observação do bem comum, soluções para as questões individuais. </span><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;" mce_style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;" mce_style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" mce_style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;" mce_style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;" mce_style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" mce_style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">E com este impulso recebemos no dia 26/3 os integrantes da nova turma do curso de pós &#8211; graduação, para sua aula inaugural. Este momento particular serviu para apresentarmos o Orbitato e a Unerj, instituição parceira. Serviu também para colocarmos os novos ORBITANTES em contato com outros projetos e parcerias que envolvem o curso de pós &#8211; graduação. Nesta ocasião, além de conhecer o funcionamento do curso e os princípios que norteiam o trabalho do Orbitato, a noite contou com as falas de Silvia Casagrande Schroeder, formanda da primeira turma do curso de Pós &#8211; Graduação Orbitato, que socializou sua experiência do estágio que realizou em São Paulo , na Ferri Couros, fábrica de calçados do prof. Luis Fernando Campanella e Rafael Locks, gerente de marketing da empresa Altemburg,  que contou sobre a relação empresa/escola que realiza com o Orbitato na criação de estampas para sua linha de cama Vida &amp; Cor.</span><span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;" mce_style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;" mce_style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" mce_style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;" mce_style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" mce_style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O mais importante é saber que esta terceira edição se dá de forma quase espontânea, a partir do sucesso das edições anteriores, que atribuímos à qualidade do trabalho pedagógico, ao excelente nível dos docentes e, sobretudo ao fato do programa ser absolutamente coerente, integrado e conseqüente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;" mce_style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" mce_style="font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Ainda dá tempo de entrar nesta!</span></p>
</div>
<p></DIV></DIV></D--></div>
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