[TURMA II] HISTÓRIA DA IMAGEM: IDENTIDADE E LINGUAGEM

Posted by: on ago 6, 2009 | One Comment
fotos por Carlos Felipe Urquizar.

UM PEQUENO EXERCÍCIO SOBRE AS CORES
por Nestor da Costa Jr.
Arista Plástico, formado em Comunicação Social e aluno do curso de pós-graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design, deste Instituto.
 

 

 

Eu não estava presente. Foi essa a sensação em muitos momentos no fim de semana proposto pelo mestre em comunicação e arquiteto paulista Carlos Perrone, para a sua aula de pós-graduação no Instituto Orbitato. E quando eu digo que não estava presente, não quero simplesmente afirmar que foi preciso alguma espécie de fuga, para suportar as mais de dez horas de aula, o quero dizer é que foi impossível, diante do bombardeio do conteúdo, de imagens e referências, conseguir me estabelecer em classe, e igualmente difícil foi me manter focado nas recomendações do professor: o design. Longe disso, meus pensamentos aguçavam na memória imagens de duas grandes paixões que movem esse jovem artista plástico que vos escreve: as artes plásticas e o cinema e a relação que as duas estabeleceram ao longo dos anos com muitas das teorias esmiuçadas por Perrone naquele fim de semana. Quando citava o grande teórico da cor Josef Albers e suas experimentações em sua série intitulada Homenagem ao Quadrado, no qual pesquisou variações cromáticas em uma composição sem alterações, era impossível não visualizar a fotografia de vermelhos, azuis e verdes das obras do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, que abusa de tons saturados e ainda consegue criar uma harmonia sem igual, marca que o torna único, um exemplo que desconsidera as “receitas” de cores. ( figura 01). Reforçando o que Albers escreve em Interação das Cores, Marins Fontes, 2009: “Para utilizar a cor de maneira eficaz, é preciso reconhecer que a cor sempre engana”, e isso me leva a pensar na mesma imagem de Almodóvar iluminado de forma diferente, sem sombras, por exemplo, e o resultado fotográfico que teriam seus filmes.

 

Figura 01: imagens do filme Todo sobre Mi Madre, 1999 de Pedro Almodóvar e os quadrados de Josef Albers.

E essas sensações se repetem no “capítulo” Metáfora Cromática, onde há a apropriação da cor de um determinado objeto para se criar um novo, ou na apropriação da imagem – já lá no meu pensamento – para se criar uma imagem nova, uma releitura, tal qual Julio Bressane e Luiz Fernando Carvalho, dois cineastas brasileiros contemporâneos, abusaram para compor seus filmes: Amor e Lavoura Arcaica, respectivamente (figura 02). E isso também acontece na pintura onde artistas, hoje consagrados, fizeram homenagens, mais do que releituras, de seus ídolos/pintores, tal como Egon Schiele e sua admiração por Gustav Klimt e tantos outros pintores e tantos outros trabalhos que requerem uma maior perícia do que posso oferecer. (figura 03).
Figura 02: no alto – as obras de Bauthus – três primeiras – e a releitura de Julio Bressane em Filme de Amor, 2006. Abaixo as referências pictóricas e a releitura do filme Lavoura Arcaica, 2001 do cineasta Luiz Fernando Carvalho.
Figura 03: obras de Gustav Klimt e Egon Schiele

DE YVES KLEIN A POP ART

Figura 04: O dadaísta Tristan Tzara, Yves Klein, e os artistas da Pop Art: Roy Lichtenstein e Andy Warhol.

 

 

 

 

A segunda onda de informações nos trás um panorama artístico da segunda metade do século XX, transformada por experimentações e por questionamentos liderados por Yves Klein e pelos artistas da Pop Art. Enquanto o francês trabalhava na busca do seu azul, que representava o vazio – segundo sua teoria – e dava os primeiros passos para o que mais tarde se tornaria a performance nas artes/arte conceitual, transformando o processo criativo tão ou mais importante que o resultado transformado em obra, o americano Andy Warhol ironizava a vida consumista que representava a sociedade americana na década de 60, sendo um dos principais artistas da Pop Art.

Depois dos anos 60 a arte mudou radicalmente, e a visão que se tinha sobre ela também. Já não existem objetos, materiais ou temas artísticos, tudo pode ser transformado em arte, coisa que nos anos 20 já se esboçou com o Dadaísmo, mas que décadas depois ganharia o mundo através das obras da Pop Art.

Por fim o que fica de uma aula que põem em exercício tais pensamentos não pode ser considerado menos do que uma tradução perfeita do pensar a criação. Na medida que trás à luz questionamentos quanto a resultados pré-concebidos, tanto pelos movimentos artísticos, quanto pelos ditados pela indústria, como as fórmulas de cores e ainda nos desperta da zona de conforto em que os ditos criativos se estabelecem, já nos fazendo duvidar dessas novas teorias apresentadas. Na saída me senti embebido de inspiração e nessa mesma semana em prática experimentei exercícios, pensando a cor antes da obra. Pensando na apropriação metafórica da cor, na composição de um novo painel artístico. Embora o foco das aulas tenha sido design.

 

 

[TURMA II] VIVÊNCIAS DO CORPO: CORPO E ESPAÇO COM KAREN MULLER

Posted by: on ago 6, 2009 | No Comments
Desenhos por Celaine Refosco

Esculturas de argila feitas pelos alunos da disciplina.
A junção do movimento corporal com a sensibilidade do criar
por Charles Klitzke, Sheila M. Fernandes, Elen Cristina Pelegrini

Qual a relação da moda com o corpo? Conhecer o seu próprio corpo, cada parte dele, dos pés a cabeça, dos ossos a pele, para poder contemplá-lo com objetos que criamos. Inicialmente pode-se dizer que este conhecimento faz parte dos pilares de construção de objetos e/ou produtos, para se trabalhar com moda, é preciso tatear, tocar, tocar-se e tocar ao outro. Vivências do corpo é a disciplina ministrada pela professora doutora Karen Muller, que nos mostrou que conversar, ouvir e sentir a si mesmo, faz com que tenhamos uma visão mais apurada de proporção, acertando a criação. Transmitindo sutileza nos movimentos dos objetos para torná-los atrativos visualmente, confortáveis e funcionais.

Karen nos possibilitou ver que nosso corpo tem formas, volumes, eixos e preenche espaços. Em nosso cotidiano trabalhamos, nos divertimos, mas nos esquecemos do principal, que é… olhar-nos, sentir-nos, mantermos nossa postura no sentar, andar e até dormir. São hábitos simples que fazem com que possamos estar melhor e ajuda nosso cotidiano e nossa saúde.

Em sua vasta experiência, a professora nos revela aquilo que surpreendentemente está conosco o tempo todo: nossos ossos, nosso formato, nossa estrutura. Não bastando isto, ainda orienta nossa percepção para as funções de nossos ossos. Arquitetonicamente perfeitos essa estrutura corpórea nos leva “à frente” e “ao alto”, como flechas apontando a direção que deveríamos tomar. Uma experiência tatilmente ergonômica, onde o conhecimento está na proporção, na compreensão de movimentos, limites, possibilidades, articulações, onde acontecem as junções de nosso corpo, e até onde elas podem ir.


Outro dado importante da sua aula foi a possibilidade de reconhecimento do outro. Que forma e que corpo do outro tem? Somos iguais afinal? Nesse primeiro contato só a certeza de termos ficado um pouco mais íntimos uns dos outros, possibilitando uma melhor comunicação e consequentemente uma melhor produção criativa. Somos agora uma turma onde um reconhece o outro em sua individualidade e, diferentes sim, mas com muito mais compreensão do corpo para o qual criamos. Utilizar estes conhecimentos e aplicá-los as nossas criações será um desafio individual para o qual estamos ansiosos em descobrir e realizar.

[TURMA II] FUNDAMENTOS DO DESIGN DE PRODUTO COM ANDRES PARALLADA

Posted by: on ago 6, 2009 | One Comment

FUNDAMENTOS DO DESIGN DE PRODUTO

por Carlos Felipe Urquizar é chileno e brasileiro, graduado em Desenho Industrial pelo Instituto de Ensino Superior de Joinville. Trabalha com Fotografia e Ilustração é monitor dos cursos de moda e design da Unerj e aluno do Curso de Pós Graduação em Criação e Desenvolvmento de Produtos para Moda e Design, deste instituto.

Qual a diferença entre criatividade e design?

Que fatores devem levar em conta um designer, empresário ou departamento de marketing para iniciar o processo de concepção de um novo produto ou uma coleção de produtos?

É possível organizar de forma lógica esses fatores? Quais seriam? E quais seriam os critérios para se organizar esses grupos?

Com uma série de questionamentos, o Uruguaio, Andrés Parallada, professor da primeira aula da segunda turma do curso de Pós Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design inicia o primeiro modulo dos Fundamentos do Design de Produto.

Andrés, não facilita, responde as primeiras questões com mais perguntas, nos estimula assim a entender, conhecer, observar e analisar.

De onde surgem formas e funções dos objetos?
Quem desenhava ou de onde surgiam os produtos antes dos designers e artesãos?
Foi necessário voltar à história e primórdios do design para começar a desenvolver o tema. Andrés questiona o papel da tradição no desenvolvimento de produtos e explica por quais fatores se pode iniciar um projeto quando não se tem nada, e qual será seu processo e características decorrente dessas escolhas.
Em meio ao amadurecimento do tema fomos guiados até o surgimento da Bauhaus, para que além de entender adequação e contexto do design na revolução industrial, compreendêssemos que a Bauhaus foi mais do que um estilo, foi um centro de estudos que se dedicou a testar novas concepções artísticas a partir das idéias acumuladas nas duas primeiras décadas do século. Observamos que Bauhaus fez uma importante seleção dos conceitos criando os fundamentos para o design moderno, principais ferramentas do designer na esfera da percepção.
Estudar os fundamentos do design desde o seu surgimento com os mestres da Bauhaus, deixa clara a diferença entre designers que tiram suas idéias de referências consultadas, como portfólios de artistas, procurando combinações inteligentes de formas, tipos e cores como inspiração para seus projetos, dos designers que exploram mais profundamente o modo como à forma funciona, com riqueza e complexidade através de combinações simples.

Mas como criar ou como começar um projeto?
O processo de design é também um processo criativo, Andrés então explica a complexidade do termo criar e sua quantidade interminável de facetas, neste momento, se introduz a metodologia para organizar e racionalizar o pensamento, por esse motivo o design tem muito menos facetas e muito mais foco que a criatividade livre.
Lidar com criação no projeto de design significa então sempre refletir as condições sob as quais o projeto foi estabelecido e visualizá-las em seus produtos.

E a metodologia?
Em uma atividade Andrés nos pede para listar e organizar em grupos os fatores que utilizamos em nossos projetos, para depois, baseando-se em Bürdek, nos apresentar uma metodologia de projeto de produto.
Nos demos conta então que metodologia é um conjunto de operações necessárias, em ordem lógica, que nos leva de forma confiável e segura à solução do problema, e que teoria e metodologia do design são simples, desenvolvem-se da mesma forma que em qualquer outra disciplina e na maioria das vezes não percebemos, mas temos métodos inconscientes.

Um processo criativo ele é, sem dúvida. A configuração não se dá em um ambiente vazio, onde se brinca livremente com cores, formas e materiais. Cada objeto de design é o resultado de um processo de desenvolvimento, cujo andamento é determinado por condições e decisões – e não apenas por configuração. BÜRDEK (2006, p.225)

Mas como encontrar as condições para tomar decisões e como visualizar os resultados nos produtos?
Andrés apresenta então o MTD, Método Triádico do Design, um sistema fundamentado nos princípios de Charles S. Peirce no sistema de Vitrúvio. Na qual a interligação de três componentes construtivos cria o objeto, se separados, o objeto deixa de existir, mas essa inter-relação é abstrata e imperceptível ao público ou usuário, mas segundo Andrés devemos treinar nosso olhar.
Com o MTD devemos analisar os objetos em três zonas em separado, totalmente abstraídas: materialização, percepção e adequação.
Na segunda parte da disciplina apresentaremos o exercício de análise com o sistema triádico passado por Andrés, pondo em prática toda a compreensão da primeira aula.
Saímos de uma super aula com conceitos diferentes de metodologia, diferentes das tradicionais aulas, sem o preconceito de que a metodologia engessa o processo criativo, desfrutamos do conhecimento, simpatia e do engraçadíssimo portuñol de Andrés Parallada.

Que venha a segunda aula!

[TURMA II] NOVA TURMA DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Posted by: on ago 6, 2009 | No Comments
* fotos de Dani Martins

TURMA II EM AÇÃO!
Retomando a atualização do Blog do nosso curso de pós Graduação – Turma II.

Lembramos que no dia 15 de maio o Orbitato – Instituto de Estudos em Arquitetura, Moda e Design, realizou a aula inaugural da segunda edição do curso de Pós-Graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design.

O encontro aconteceu na sede do instituto, em Pomerode, e reuniu os novos estudantes do curso e outros da turma já em andamento, representantes da Unerj – parceira do Orbitato na titulação dos inscritos no curso – além de uma comitiva da Colômbia que veio fazer um convite especial ao orbitato para representar o Brasil num evento Latino Americano de estudantes de Moda, na Colombia. Para saber mais clique aqui.
Desde Junho a segunda turma do nosso curso vem se conhecendo, estudando, exercitando, debatendo e interagindo. Estamos caminhando ao nosso quarto encontro que iniciou com estudos metodológicos e de fundamentação para iniciar planejamentos de produtos ou Moda, já vivenciamos experiências com o corpo e iniciamos o arsenal imagético e de repertorio na história da imagem, seguimos relatando tudo que tem acontecido nestes momentos em que nos juntamos em Pomerode.


Sejam todos bem vindos, sempre!

[TURMA I] ALUNOS DA PÓS CONVIDADOS PARA APRESENTAR COLEÇÕES DE MODA NA COLOMBIA

Posted by: on ago 6, 2009 | No Comments
PASSARELA AVENTURA LATINA

Temos muitos trabalhos já realizados, muitos projetos em andamento, muitas idéias propostas. Nesta de trabalhar muito, alcançamos timidamente contatos de muito longe. Nossas oficinas tem recebido pessoas de diversos lugares, Manaus, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, e a claro, de todos os cantos de Santa Catarina.Além das oficinas, nosso outro projeto em Educação que tem nos trazido muitos resultados positivos é o curso de pós-graduação em Criação e Desenvolvimento de Produtos para Moda e Design, temos em andamento duas turmas realmente eficientes.A primeira turma iniciou suas atividades em 2008 e coletivamente chegou num estagio bastante interessante. O contato de pessoas especiais com professores de ponta resultou em trabalhos expressivos, consistentes, novos.

Como grupo, provamos também que temos mais força, que nossas habilidades se completam que nossos interesses se conjugam. E como grupo vamos representar a Moda e o Brasil, no Congresso Latino-Americano de Moda, a ser realizada de 14 a 19 de setembro de 2009, em Medellín, e 21 a 26, em Bogotá, na Colômbia. O evento é um espaço acadêmico onde as experiências da academia e do desenvolvimento dos países que participam na cadeia têxtil-vestuário, design e moda, se relacionem.Segundo a organização do evento, o congresso abre a porta a novas propostas de designers latino-americanos que vão mostrar seus desenhos na “Passarela Aventura Latina!”.

Os alunos de cada escola terão a oportunidade de mostrar a sua proposta, tendo como inspiração a pluralidade de etnomoda, captando esse conceito como a contribuição latino-americana para a cena internacional. Uma grande oportunidade para explorar novos valores estéticos que as raízes culturais, como um dos mais preciosos bens de cada país, através de um trabalho criativo em torno de um tema comum.Para tanto, estamos embarcando nesta “Passarela Aventura” com duas mini-coleções feitas por muitas mãos. Aqui, decidimos fazer tudo coletivamente, nos dividindo em dois grupos, cada qual responsável por uma das mini-coleções, oportunidade que encontramos para criar um portfólio coletivo, de mesclarmos interesses, de explorarmos habilidades, de fortalecermos ainda mais nossos laços, nossos princípios. Dois alunos vão embarcar nesta representando todo o grupo.Instituições convidadas:

Internacionais:

Perú Chio Lecca

Chile Ineacap

Argentina Universidad de Buenos Aires

Uruguay ORT

Brasil Orbitato

CoLombianas:

Escuela Arturo Tejada Cano

Institución Universitaria Salazar y Herrera

Colegiatura Colombiana de Diseño

Universidad Pontificia Bolivariana

EsditecCesde

Universidad Autónoma del Caribe

Academia Lilos

[TURMA I] AULA DE ESTAMPARIA NA LANCASTER EM BLUMENAU

Posted by: on ago 5, 2009 | One Comment
Fotos por Vinícius Schane e Tanise Creuz
Texto por Flávia Vanelli

André Lobe, Graci, sr. Alex, da Lancaster, e o Gerson, da Huntesman Quimica do Brasil, nos receberam na Lancaster, em Blumenau, com um agradável café na manhã chuvosa do sábado.

“A gente quer estampar o mundo!”
Assim André Lobe abre a apresentação da Lancaster ao grupo de alunos da Pós Graduação. Estamparia, claro, é o assunto, e nos mantém a todos de olhos muito atentos.

Lancaster, a maior empresa de terceirização de acabamentos e estamparia na região, também é a única que oferece o trabalho de estamparia rotativa realizado por uma Zimmer, com 320 cm de saída! E com mesa de amostra, com a mesma largura! É uma máquina incrível, linda aos olhos de quem cria estampa. Com possibilidade de 8 cores.

Além disso, a Lancaster tem um sistema de manuseio de mostruário impecável, todo digitalizado e disponível na net para seus clientes. Mas o mais impressionante na fala do André, é que, apesar de toda a tecnologia apresentada, ele aponta o fator humano como decisivo na competência e competitividade da empresa. Assim ele apresenta Alex, o técnico que está há muito tempo cuidando da realização, e a Graci, a estilista que também nos recebeu prontamente e que vem ajudando a concretizar a transformação da Lancaster de uma empresa que vendia capacidade fabril em outra, que vende a possibilidade de estampar o mundo.
Ele expõem sem receio os diversos momentos da empresa, fala dos altos e baixos, aponta a área de criação e desenvolvimento como fator do sucesso recente, e se apresenta em fotos de infância, ao lado da equipe que ainda o acompanha, agora como diretor.
André aponta coerência ambiental e valorização do fator humano (a maioria dos funcionários fica muito tempo na empresa, a equipe de vendas tem 20 anos de casa!) como os grandes diferenciais da Lancaster.
Gerson da Huntsman apresenta os recursos químicos empregados no processo. Diferencia os processos de estamparia por pigmento e por reativo de forma muito didática. E logo a visita as instalações fabris, revelam para nós, criadores, um parque de diverões.
As possibilidades técnicas são incríveis, e as possibilidades de beleza vão saltando aos olhos, e mexendo com a cabeça de quem cria, expostas por Seu Alex, que também se diverte.
Bela amostra, não só de parque fabril, mas de valor humano, sensibilidade e inteligência administrativa.
http://www.lancaster.com.br/2009/home/
http://estamparialancaster.wordpress.com/
Assim, voltamos a nos concentrar no estudo dos rapports, sonhando vê-los estampados, em breve.